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Discurso de Bolsonaro abre debate da 76ª Assembleia Geral da ONU

Publicada em 21/09/21 às 09:03h - 388 visualizações

por G1


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 (Foto: Divulgação)

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro será o primeiro a discursar no chamado "debate geral" da 76ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira, dia 21 de setembro. Desde 1947, o representante do Brasil é encarregado de abrir oficialmente as falas dos líderes mundiais participantes.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fala em seguida.

Na volta do evento (semi) presencial – em 2020 a Assembleia foi totalmente remota por causa da pandemia de Covid-19 – Bolsonaro é, entre os 19 líderes do G20 (composto pelas 19 principais economias mais a União Europeia) presentes, o único que declarou que não tomou e não iria tomar a vacina para ir ao encontro.

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Ainda assim, o presidente brasileiro deve mencionar como seu governo avançou na vacinação da população e conteve a pandemia, além de falar sobre o auxílio emergencial e outras medidas econômicas do período. É esperado também que ele se pronuncie sobre questões ambientais que prejudicaram a imagem do país no exterior.

A pandemia deve dominar grande parte dos discursos, e inclusive ainda fez com que alguns mandatários evitassem participar presencialmente da Assembleia.

Segundo a agência France Presse, o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, cancelou sua presença e enviará uma mensagem gravada. O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, será representado por seu chanceler, Marcelo Ebrand. O nicaraguense Daniel Ortega também não irá.

A região da América Latina e Caribe é a mais afetada, em seu conjunto, pela pandemia do coronavírus, com 34% dos casos e 28% das mortes em nível global, enquanto representa apenas 8,4% da população mundial.

Além de Bolsonaro, outros presidentes latinos com presença confirmada são o colombiano Iván Duque e o peruano Pedro Castillo, além do cubano Miguel Díaz-Canel e do venezuelano Nicolás Maduro. A ida do presidente argentino Alberto Fernández, antes confirmada, ainda é incerta devido à crise política em seu país.

A expectativa é grande para o discurso do presidente dos EUA, Joe Biden, devido às recentes tensões diplomáticas de seu país, não só após a conturbada retirada do Afeganistão, mas também depois do anúncio de uma nova aliança com Reino Unido e Austrália, a AUKUS – que causou grande mal-estar com a França. Isso sem contar o clima já tenso nas relações com a China.

Segundo uma fonte do seu governo, o presidente dirá que “não acredita na ideia de uma nova Guerra Fria com um mundo dividido em blocos”, no contexto da feroz rivalidade entre Washington e Pequim, mas que “acredita em uma concorrência vigorosa, intensa e baseada em princípios”.

Ainda de acordo com a France Presse, Biden irá a Nova York com um discurso de união.

O presidente quer que a comunidade internacional saiba que depois da retirada do Afeganistão, que irritou muito de seus aliados, “abre-se um capítulo” da “diplomacia americana personalizada, decidida e eficaz, definida pela cooperação com aliados e parceiros para resolver problemas que não podem ser (resolvidos) pela força militar”, disse a fonte ouvida pela agência.

Em relação à tensão com a França, Biden está “impaciente” por falar por telefone com seu colega francês, Emmanuel Macron, depois que Paris protestou contra a AUKUS, no âmbito da qual Washington fornecerá submarinos de propulsão nuclear a Canberra, jogando por terra um acordo para que a França lhe fornecesse submarinos convencionais.

O clima também será um tema relevante nos discursos desta edição do evento. No mais recente relatório da ONU, o secretário-geral António Guterres advertiu que o mundo estava em um caminho “catastrófico” rumo a um aquecimento de 2,7 ºC, que rompe o limite de 1,5 ºC previsto no Acordo de Paris.

Discursos

Nesta terça-feira, entre os destaques está, no período da manhã, além de Bolsonaro e Biden, a fala do presidente da China, Xi Jinping, que enviou uma mensagem pré-gravada.

À tarde, líderes latino-americanos como o presidente do Peru, Pedro Castillo, e da Argentina, Alberto Fernandez (em mensagem pré-gravada) e os polêmicos presidentes das Filipinas, Rodrigo Duterte, e de El Salvador, Nayib Armando Bukele, estão na programação.

Os discursos continuam na quarta-feira, nos dois períodos, seguidos de plenárias. Ao longo da Assembleia, os líderes seguem ainda uma agenda de encontros paralelos. O evento prossegue até o dia 27 de setembro.





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